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Imigração suíça no Brasil
A principal meta deste projeto foi resgatar a memória deste povo e traçar um mapeamento da presença suíça no Brasil. Com a consulta de acervos especializados, sobretudo o do Instituto Martius-Staden, fonte riquíssima para a coleta de bibliografia e material historiográfico sobre a imigração de povos de língua alemã no Brasil, foi possível levar adiante esta pesquisa. Nas informações aqui compiladas, procuramos identificar as principais colônias, organizações e personalidades suíças que fizeram e até hoje fazem parte da história do Brasil. Além disso, os suíços fundaram a primeira colônia de imigrantes europeus (não-portugueses) no Brasil, quando se instalaram em 1818 na região de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro.
Na primeira parte da pesquisa, buscou-se delinear um amplo panorama histórico da presença dos suíços no Brasil: desde as primeiras missões e desbravamentos, passando pelas ondas de imigração, nas quais milhares de trabalhadores se espalharam por plantações de café no Brasil, até o tipo mais contemporâneo de imigração, a saber, o de empresários, artistas e profissionais liberais.
A presença dos suíços no território brasileiro é mais antiga do que muitos podem acreditar. Já em 1557, desembarcavam em terras tupiniquins 14 missionários calvinistas, provenientes do cantão de Genebra, sob a direção do jovem estudante de teologia Jean de Lery (Oberacker Jr., 1965: 33). A partir de então, inúmeros filhos da “Mãe Helvetia” vieram ao Brasil, por aqui se instalaram, marcaram a nossa história e ajudaram a construir este país. Eles se destacaram nas mais diversas áreas de atuação, nas ciências, artes, política, diplomacia, educação e indústria. Quem já parou um instante para pensar de onde vieram personalidades como o naturalista e médico Adolfo Lutz e o poeta Blaise Cendrars? E o que dizer então de empresas como a Nestlé, Clariant ou Novartis? Você sabia que a pessoa que fundou o SENAI e que o introdutor da cooperativismo no Brasil também vieram da Suíça? Além disso, os suíços foram os primeiros europeus, não-portugueses, a se estabelecerem aqui numa colônia de imigrantes, a saber, na Colônia de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro.
A segunda parte foi dedicada às colônias suíças, presentes em todo o território nacional, e que foram aqui separadas, de acordo com sua relevância histórica e da disponibilidade de dados.
E, por fim, na terceira parte, concentramos nossas atenções em algumas personalidades suíças, suíçobrasileiras, ou com fortes ligações entre os dois países, que deixaram algum legado cultural, científico, acadêmico, econômico ou político ao Brasil. Nesta seção, também procuramos entrevistar alguns profissionais, que se destacam também nas mais diversas áreas, e possuem algum vínculo com os dois países.
Em suma, os interessados no assunto, diletantes ou leigos, poderão encontrar neste projeto um amplo panorama da história desta imigração, desde 1557 até os dias de hoje. É com o maior prazer que o Consulado Geral da Suíça em São Paulo, num trabalho desenvolvido em parceria com o Instituto Martius-Staden, convida a todos os interessados a embarcarem junto nessa viagem histórica.
Na primeira parte da pesquisa, buscou-se delinear um amplo panorama histórico da presença dos suíços no Brasil: desde as primeiras missões e desbravamentos, passando pelas ondas de imigração, nas quais milhares de trabalhadores se espalharam por plantações de café no Brasil, até o tipo mais contemporâneo de imigração, a saber, o de empresários, artistas e profissionais liberais.
A presença dos suíços no território brasileiro é mais antiga do que muitos podem acreditar. Já em 1557, desembarcavam em terras tupiniquins 14 missionários calvinistas, provenientes do cantão de Genebra, sob a direção do jovem estudante de teologia Jean de Lery (Oberacker Jr., 1965: 33). A partir de então, inúmeros filhos da “Mãe Helvetia” vieram ao Brasil, por aqui se instalaram, marcaram a nossa história e ajudaram a construir este país. Eles se destacaram nas mais diversas áreas de atuação, nas ciências, artes, política, diplomacia, educação e indústria. Quem já parou um instante para pensar de onde vieram personalidades como o naturalista e médico Adolfo Lutz e o poeta Blaise Cendrars? E o que dizer então de empresas como a Nestlé, Clariant ou Novartis? Você sabia que a pessoa que fundou o SENAI e que o introdutor da cooperativismo no Brasil também vieram da Suíça? Além disso, os suíços foram os primeiros europeus, não-portugueses, a se estabelecerem aqui numa colônia de imigrantes, a saber, na Colônia de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro.
A segunda parte foi dedicada às colônias suíças, presentes em todo o território nacional, e que foram aqui separadas, de acordo com sua relevância histórica e da disponibilidade de dados.
E, por fim, na terceira parte, concentramos nossas atenções em algumas personalidades suíças, suíçobrasileiras, ou com fortes ligações entre os dois países, que deixaram algum legado cultural, científico, acadêmico, econômico ou político ao Brasil. Nesta seção, também procuramos entrevistar alguns profissionais, que se destacam também nas mais diversas áreas, e possuem algum vínculo com os dois países.
Em suma, os interessados no assunto, diletantes ou leigos, poderão encontrar neste projeto um amplo panorama da história desta imigração, desde 1557 até os dias de hoje. É com o maior prazer que o Consulado Geral da Suíça em São Paulo, num trabalho desenvolvido em parceria com o Instituto Martius-Staden, convida a todos os interessados a embarcarem junto nessa viagem histórica.
